Programação Especial de Final de Ano aqui na nossa ROCK RÁDIO LÁGRIMA PSICODÉLICA!!!

by Johnny F
ROCK RÁDIO LÁGRIMA PSICODÉLICA NOSSA COMPANHIA ROCK AND ROLL DE TODOS OS DIAS!!!

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BOAS VINDAS!!!

Como sintonizar a Rock Rádio Lágrima Psicodélica


Você pode sintonizar a ROCK RÁDIO LÁGRIMA PSICODÉLICA de 2 formas:

1 - Para quem acessa a WEB via PC/NOT a sintonia é direta pelo Blog Lágrima Psicodélica.

2 - Para quem acessa a WEB via CEL/TABLET a sintonia é pelo APP da TuneIn para os seguintes sistemas:


Obs: Depois que baixar o APP vá em BUSCAR e digite RADIO LAGRIMA PSICODELICA sem ACENTO e no SINGULAR.

RRLP - ROCK RÁDIO LÁGRIMA PSICODÉLICA
Criação & Direção by Johnny F

domingo, 20 de janeiro de 2019

The Beauty of Gemina


Banda suíça de dark wave.





2006 - Diary Of A Lost: Download

2008 - A Stranger To Tears: Download

2010 - At The End Of The Sea: Download

2012 - Iscariot Blues: Download

2013 - The Myrrh Sessions: Download

2014 - Ghost Prayers: Download

2016 - Minor Sun: Download



The Budos Band


The Budos Band é uma banda instrumental da gravadora Daptone Records. A banda tem dez membros (até trezes membros, as vezes) que tocam música instrumental que é auto-descrito como “Afro-Soul”, um termo de som.

Em uma entrevista 2007 o saxofonista barítono Jared Tankel diz que a banda vem sendo desenhada como música Etiópia.

Influência de jazz,deep funk, afro-beat, soul , e tudo gravado no seus próprio estúdio, Daptone’s House Of Soul no Brooklyn em Nova York.

Texto retirado do blog | Periecos Brechó

2005 | I

01. Up From The South
02. T.I.B.W.F.
03. Budos Theme
04. Ghost Walk
05. Monkey See, Monkey Do
06. Sing A Simple Song
07. Eastbound
08. Aynotchesh Yererfu
09. King Charles
10. The Volcano Song
11. Across The Atlantic

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2007 | II

01. Chicago Falcon
02. Budos Rising
03. Ride Or Die
04. Mas O Menos
05. Adeniji
06. King Cobra
07. His Girl
08. Origin Of Man
09. Scorpion
10. Deep In The Sand

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2009 | EP

01. Hidden Hand
02. Mas O Menos
03. The Proposition
04. Ephra
05. Nobody's Bulletproof
06. Smoke Gets In...
07. Unnamed Bonus Track

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2010 | III

01. Rite Of The Ancients
02. Black Venom
03. River Serpentine
04. Unbroken, Unshaven
05. Nature's Wrath
06. Golden Dunes
07. Budos Dirge
08. Raja Haje
09. Crimson Skies
10. Mark Of The Unnamed
11. Reppirt Yad

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2014 | BURNT OFFERING

01. Into The Fog
02. The Sticks
03. Aphasia
04. Shattered Winds
05. Black Hills
06. Burnt Offering
07. Trail Of Tears
08. Magus Mountain
09. Tomahawk
10. Turn And Burn

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sábado, 19 de janeiro de 2019

Percepção Modificada 469


Programa Percepção Modificada 469



Walter Trout - Full Circle - 2006
Groundhogs - Fantasy Partner - 1976
Peter French - Ducks In Flight - 1978
Led Zeppelin - Led Zeppelin - 1969
Johnny Winter - Live In NYC' 97 - 1998
ReHkO - AfroDoublePackMan - 2014
Os Replicantes - Libertà - 2018


01 - Walter Trout - Can't Help Falling Apart (& Finis Tasby)
02 - Walter Trout - When Will It Ever Change (& Bernard Allison)
03 - Walter Trout - Wrapped Around Your Finger (& Guitar Shorty)
04 - Walter Trout - Workin' Overtime (& Jeff Healey)
05 - Groundhogs - Live Right
06 - Groundhogs - Your Love Keeps Me Alive
07 - Groundhogs - Country Blues
08 - Groundhogs - Black Diamond
09 - Peter French - Give Me Your Love
10 - Peter French - Hold Me Take Me
11 - Peter French - Slipped And Stumbled
12 - Peter French - Without You
13 - Led Zeppelin - Your Time Is Gonna Come
14 - Led Zeppelin - Communication Breakdown
15 - Led Zeppelin - Good Times Bad Times
16 - Led Zeppelin - How Many More Times
17 - Johnny Winter - Just A Little Bit
18 - Johnny Winter - Johnny Guitar
19 - Johnny Winter - She Likes To Boogie Real Low
20 - Johnny Winter - The Sun Is Shining
21 - ReHkO - Afraid
22 - ReHkO - Dance With Me
23 - ReHkO - Surrender
24 - ReHkO - FlowerPower
25 - Os Replicantes - Bergamotas
26 - Os Replicantes - Nada É por Acaso
27 - Os Replicantes - O Futuro
28 - Os Replicantes - Punk de Boutique

Revolution Rock - Programa 469





Programa Revolution Rock nº 469
Transmitido por Rock Radio Lágrima Psicodélica (sábado, das 16h às 18h)
Produção: Cacá


Revolution Rock Program nº 469
Transmitted by Rock Radio Lágrima Psicodélica (saturday from 16h. to 18h)
Production: Cacá






Tracklist:






01 - Bloody Dead And Sexy - High On Boots
02 - Irish Stew of Sindidun - Stranger
03 - George Ezra - Pretty Shining People
04 - Jack and the Beanstalk - She drives a Volvo
05 - Mr. Fingers & The Shifters - Shakin' All Over
06 - Stereophonic Space Sound Unlimited - Top Speed
07 - Biggs B Sonic - Tainted Love
08 - Gay Black Republican - Political Fuckery
09 - Kevin Deal - On Down The Line
10 - Staple Singers - Respect Yourself
11 - The Mock Turtles - Magic Boomerang
12 - The Challengers - Banzai Washout
13 - Ebri Knight - La nit encesa
14 - Firkin - Your Odyssey
15 - Legião Urbana - Que Pais é Este?
16 - Pendergast - Plus One
17 - The House of Freaks - The righteous will fall
18 - The Pyronauts - Mr. Moto
19 - Dead Bronco - Devil's Road
20 - Feature - Jealous
21 - Meganoidi - Tutto è fuori controllo
22 - The Mission - Evangeline
23 - Yello O Yell - Froggy
24 - The Stingrays - Killer Ray
25 - Dead Boys - Caught with the Meat in Your Mouth
26 - Farmer Not So John - No time to please you
27 - French Vanilla - Carrie
28 - The Laissez Fairs - Again Again Again
29 - The White Buffalo - Madam's soft, madam's sweet
30 - The Woodies - Phil's Dirt
31 - 117 West - House Of The Rising Sun
32 - El Goodo - Trigger Cut
33 - Flowertruck - Komichi
34 - James Mathus & His Knockdown Society - Take A Ride
35 - Jukebox The Ghost - Jumpstarted
36 - Tiki Taboo - Walk, Don't Run
37 - The Band - The Weight





(podcast-mp3): Download
 

Só músicas / only musics (rar): Download



Programação da RRLP para 19.01.2019

Programação Especial da Rock Rádio Lágrima Psicodélica 
Para Sábado e Domingo (19 e 20.01.19)

01 - Ponto Rolante 049 by Johnny F 
Sábado: 14:03
Domingo: 00:06 - 10:09 - 20:11

02 - Revolution Rock 469 by Cacá 
Sábado: 16:01
Domingo: 02:04 - 12:07 - 22:09

03 - Fire on The Rocks 424 by Fireball 
Sábado: 18:01
Domingo: 04:04 - 14:07

04 - Percepção Modificada 469 by Johnny F 
Sábado: 20:00
Domingo: 06:02 - 16:05

05 - In Rock 031 by Kekeu Slim
Sábado: 22:01
Domingo: 08:04 - 18:07

Criação & Direção 
by Johnny F

Miles Davis


Em 1972, o choque elétrico que Miles Davis tinha dado no Jazz com o duplo Bitches Brew (1970), começava a ser assimilado. Foi quando o Prince of Darkness ( apelido que havia recebido, em 1967), leva o jogo a outro patamar, com o hipnótico e denso On The Corner.

Em 72, Davis foi introduzido à música de Stockhausen por um jovem arranjador e violoncelista, e mais tarde ganhador do Grammy: Paul Buckmaster, que influenciaria profundamente as novas gravações . Segundo o biógrafo J.K. Chambers : "O efeito dos estudos de Stockhausen por Davis não poderiam ser contidos por muito tempo. …sua própria 'música espacial', mostrava composicionalmente a influência de Stockhausen”.

Suas performances ao vivo entre 1970-1972 eram verdadeiros laboratórios sonoros, onde Miles, muito bem acompanhado, inclusive contando com dois músicos brasileiros em sua banda, Airto Moreira e Hermeto Pascoal, criava novas linguagens e levava seus experimentos a extremos, antes impensáveis para o conservador Jazz.

Ao entrar em estúdio em junho de 1972, Miles resolveu experimentar até onde a mistura de Stockhausen e black music elétrica de Sly and The Family Stone, Funkadellic, Stevie Wonder e Isaac Hayes poderia chegar. Acabou explorando uma sonoridade altamente dançante, negra urbana, feita sob medida para agradar o jovem público afro-americano.

Chamou um time impecável de músicos, formado por Michael Henderson, Carlos Garnett, o percussionista Mtume, o guitarrista Reggie Lucas, o tocador de tabla Badal Roy, Khalil Balakrishna na cítara, o baterista Al Foster, e o pianista Herbie Hancock, que também estava trilhando um caminho parecido ao unir o jazz ao funk (que geraria outro marco no fusion, o álbum Head Hunters, lançado em 1973). Após rápidas jams sessions, pariu um de seus melhores trabalhos.

On The Corner, soa como se Exu tocasse trompete em uma encruzilhada de uma grande metrópole, ou a trilha sonora de uma versão Blackexpoitaiton do filme “2001”.

O álbum é uma longa jam, que não se prende a estrutura do jazz tradicional. A seção rítmica fornece um denso tapete polirrítmico sobre o qual os solos de trompete, encharcado de wha wha, e sax, se debruçam formando camadas de som, com elementos eletrônicos cheios de efeitos, que são adicionados e subtraídos, em meio a um transe sonoro, forrado por uma percussão afro sci fi.

Previsivelmente, o disco não foi entendido na época e despertou a ira da crítica de jazz, que já vinha estranhando a fase elétrica de Miles há um bom tempo. On the Corner foi chamado de "porcaria repetitiva" , "um insulto à inteligência das pessoas" e foi considerado anti-jazz, hostilidade resumida nas palavras nada amistosas do saxofonista Stan Getz- "Essa música é inútil. Não significa nada. Não há nenhuma forma, nem conteúdo. Quase não tem swing”.

Mas o tempo mostrou que Miles estava certo e o disco é apontado como influência no pós punk (convidado pelo produtor Bill Laswell, Davis gravou algumas partes com trompete durante as sessões do disco Album, do Public Image Ltd, contidas na compilação Plastic Box). Nas palavras de Lyndon, "foi esquisito, nós não usamos (suas contribuições)." De acordo com Lydon, Davis comparou sua voz com o som de seu trompete).

Mas foi Luis Fernando Veríssimo, em uma de suas crônicas no livro “Banquete com os Deuses” quem melhor sintetiza essa fase da carreira de Miles, usando uma das maiores paixões do músico, o boxe: “Um homem tem direito a fazer quantas revoluções por vida? Há quem diga que a última revolução de Miles Davis acabou em farsa, que o quase careca de túnica colorida fazendo fusão com a rapaziada não era nem uma sombra, era a múmia do antigo Miles reduzido a espasmos de som. Mas também há quem diga que o Miles da última fase era de uma coerência fulgurante, o velho boxeador na ponta dos pés e ainda fazendo história”.

On The Corner foi um direto no queixo.

Nocaute.

Texto | Discoteca Básica da Bizz

1972 | ON THE CORNER

01. On The Corner
02. New York Girl
03. Thinkin’ One Thing and Doin Anot
04. Vote For Miles
05. Black Satin
06. One and One
07. Helen Butte
08. Mr Freedom X

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Katastrophy Wife


Banda norte-americana de punk rock.





2001 - Amusia: Download

2003 - All Kneel: Download



sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

1492: Conquest of Paradise | 1492: A Conquista do Paraíso

Direção | Ridley Scott
Produção | Mimi Polk Gitlin | Alain Goldman
Roteiro | Roselyne Bosch
França, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos | 1992

Elenco
Gérard Depardieu | Sigourney Weaver
Armand Assante | Fernando Rey

Música | Vangelis

1492: Conquest of Paradise é um filme de aventura/drama épico europeu de 1992 dirigido por Ridley Scott e escrito por Roselyne Bosch, que conta a história da descoberta do Novo Mundo pelo explorador genovês Cristóvão Colombo (Gérard Depardieu) e o efeito que isso teve sobre os povos ameríndios.

O filme foi lançado pela Paramount para celebrar o 500º aniversário da viagem de Colombo.

O filme narra a história do navegador genovês Cristovão Colombo. Além de contar os fatos marcantes do descobrimento da América, o diretor mostra Colombo como alguém que está realizando algo grandioso, cumprindo um ritual digno de herói, com um final inusitado. Como, se ele terminou esquecido e foi seu filho que escrevendo uma biografia coloca seu pai no seu verdadeiro lugar na história.

1992 | 1492: CONQUEST OF PARADISE
(1492: A Conquista do Paraíso)
The Complete Score

CD 1
01. Main Titles (Hispaniola)
02. Opening
03. Dreams Of Adventure Part I
04. Monasterio De La Rabida
05. City Of Isabel
06. Into The Soul
07. Moxica And The Horse Part I
08. Execution
09. Eternity
10. Conquest Of Paradise Part I
11. Light And Shadow
12. Monasterio De La Rabida Part II (Psalmus)
13. Moxica And The Horse Part II
14. Dreams Of Adventure Part II

CD 2
01. Pinta, Nina, Santa Maria
02. West Across The Ocean Sea
03. Luz De Luna
04. Twenty Eighth Parallel
05. Echoes Of Glory
06. Deliverance
07. Clash Of Civilisation
08. Lament
09. Cuhuni
10. Line Open (Single Version)
11. Lanscape (Single Version)
12. Destiny
13. Fuerte Navidad
14. Conquest Of Paradise Part II (End Titles)

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Blow-Up | Blow-Up: Depois Daquele Beijo

Direção | Michelangelo Antonioni
Produção | Carlo Ponti
Roteiro | Michelangelo Antonioni | Tonino Guerra
Estados Unidos, Reino Unido | 1996

Elenco
David Hemmings | Vanessa Redgrave
Sarah Miles | Jane Birkin

Música | Herbie Hancock

Blow-Up (Blow-Up - Depois Daquele Beijo) é um filme ítalo-britânico de 1966. Foi o primeiro filme em língua inglesa do cineasta italiano Michelangelo Antonioni e conta a história do envolvimento acidental de um fotógrafo com um crime de morte, baseado num pequeno conto de Julio Cortázar, Las Babas del Diablo, publicado em 1959, e na vida do famoso fotógrafo da época da Swinging London, o britânico David Bailey.

O filme foi produzido por Carlo Ponti e em sua trilha sonora traz o jazz de Herbie Hancock e o rock dos Yardbirds.

O filme gira em torno de um fotógrafo de moda londrino chamado Thomas (Hemmings), que numa manhã, após passar a noite fazendo fotografias para um livro de arte numa casa de cômodos, volta para o estúdio atrasado para uma sessão de fotos com a supermodelo Veruschka (em seu próprio papel), passa por um parque da cidade e fotografa um casal. A mulher das fotos, Jane (Redgrave), furiosa de ser fotografada, o segue até seu estúdio e exige os negativos de Thomas, que lhe devolve um filme virgem. Curioso com a atitude, ao fazer seguidas ampliações (blowups) de suas fotos no local, apesar da grande granulação provocada nas imagens em preto e branco, descobre o que acredita ser um corpo e uma mão apontando uma arma entre os arbustos do parque.

Ao cair da noite, ele volta ao parque e descobre um corpo no meio da mata, mas sem a câmara, não pode fotografá-lo e assustado com o barulho de um galho sendo pisado, deixa o local e encontra seu estúdio revirado e suas fotos roubadas, à exceção de uma grande ampliação na câmara de revelação que mostra o corpo tombado nos arbustos. Ao retornar no dia seguinte ao parque, depois de frequentar a noite londrina, ele vê que o corpo desapareceu e acaba por não ter certeza do que realmente viu.

De volta ao estúdio, caminhando pelo parque, assiste numa quadra duas pessoas jogando tênis por mímica, sem bolas nem raquetes. Participando da cena, quando devolve a bola imaginária que lhe é lançada por um dos jogadores, ouve o som da bola tocando o chão.

Alguns artistas já conhecidos em 1966 aparecem no filme, outros se tornariam celebridades depois dele. The Yardbirds, a primeira banda conhecida de Jimmy Page e Jeff Beck, faz uma apresentação num clube londrino e Antonioni pediu a Beck que refizesse a cena de Pete Townshend, do The Who, destruindo suas guitarras e amplificadores no palco, ato pelo qual o cineasta era fascinado. Veruschka, modelo já famosa na Europa, que interpreta a si mesma, depois do filme se tornaria uma celebridade em todo mundo. Michael Palin, comediante britânico que aparece numa das festas, alguns anos depois ficaria internacionalmente famoso como um dos criadores do grupo Monty Phyton.

1966 | BLOW UP
(Blow-Up: Depois Daquele Beijo)
Original Motion Picture Soundtrack


01. Main Title - 'Blow Up'
02. Verushka Part I
03. Verushka Part II
04. The Naked Camera
05. Bring Down the Birds
06. Jane's Theme
07. Stroll on
08. The Thief
09. The Kiss
10. Curiosity
11. Thomas Studies Photos
12. The Bed
13. End Title - 'Blow Up'

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Gene Clark


Cantor norte-americano de folk-rock. Ex-integrante da banda The Byrds. Seguem seus trabalhos solo.






1967 - Gene Clark With The Gosdin Brothers (1990 WK 75016, Remastered): Download

1967 - Gene Clark With The Gosdin Brothers (1997 Edsel EDCD 529): Download

1968 - The Fantastic Expedition Of Dillard & Clark (with Doug Dillard, Remaster 2008, Water 221, VBR 229-261): Download

1968 - The Fantastic Expedition Of Dillard & Clark: Download

1969 - Through The Morning, Through The Night: Download

1971 - Gene Clark (aka White Light, Remaster A&M 493 209-2 2002): Download

1971 - White Light (1987): Download

1973 - Roadmaster (1986): Download

1974 - No Other (Bonus) (WSM 8122 73701-2, Remaster): Download

1974 - No Other: Download

1975 - Live at Ebbet's Field, Denver, Colorado February 19 1975 (Bootleg): Download

1977 - Two Sides To Every Story: Download

1978 - Cellar Door, Washington,D.C. March 21,1978 (& Roger McGuinn) (Bootleg): Download

1979 - McGuinn, Clark and Hillman (& Roger McGuinn, Chris Hillman): Download

1980 - City (& Roger McGuinn, Chris Hillman): Download

1984 - FireByrd: Download

1984 - This Byrd Has Flown (Remastered, 1995): Download

1985 - A Star For Every Stage: Download

1987 - So Rebellious A Lover (& Carla Olson): Download

1988 - Live at the Old Vienna Kaffehaus Westboro Ma 10-16-88: Download

1991 - Echoes (Remaster): Download

1992 - American Dreamer 1964-1974: Download

1992 - Silhouetted In Light (In Concert) (& Carla Olson): Download

1998 - Flying High: Download

2001 - Gypsy Angel - The Gene Clark Demos 1983-1990: Download

2003 - Under the Silvery Moon: Download

2007 - In Concert (& Carla Olson): Downlaod

2007 - The Capitol Collection (& Roger McGuinn, Chris Hillman): Download

2008 - Silverado '75 - Live & Unreleased: Download

2013 - Here Tonight The White Light Demos: Download

2016 - Flyte. Live In Los Angeles 1982 (& Chris Hillman): Download



quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Leno


“Vida e Obra de Johnny McCartney” é considerado o CD mais importante da carreira solo de Leno, e foi gravado em fitas, entre novembro de 1970 e janeiro de 1971. Foi um momento em que ele deixa de lado, a questão das baladas tão presentes na Jovem Guarda, e mostra-se como um artista independente, vanguardista, crítico, rebelde, um ser politizado. Nessa época, ele fazia sucesso com a balada romântica “Festa de 15 anos” e resolveu dar uma guinada. “Eu sempre fui roqueiro, mas sempre estourava com músicas lentas. Eu queria mostrar o meu lado mais rock’n’roll”, revela. Tendo sido vetada pela Ditadura Militar em 1971, a obra que teve os Beatles, mais precisamente a dupla Lennon & McCartney, como inspiração para o compositor, ficou perdida durante 25 anos! O projeto criado em parceria com Raul Seixas reaparece em 1995, para a grande surpresa de Leno, que dava as fitas de seu inédito “Vida e Obra de Johnny McCartney” por perdidas! Acontece que elas são descobertas por acaso nos arquivos da Sony Music! Leno, então, decide remasterizar a gravação e editá-la em CD, criando seu próprio selo, o Natal Records, e lança sua obra composta em parceria com Raulzito.

Leno passou o ano de 1979 morando em Los Angeles, nos Estados Unidos, mas quase não compunha, pois estava ligado mais em cantar e tocar e quando voltou a residir em Natal, começou a se dedicar a compor e realizar shows. Guardava para si a lembrança de Raul Seixas, um cara simples que gostava de música. “Gosto muito da lembrança dele em mim, apesar das distâncias”. Essas lembranças ficam mais evidenciadas e tomam conta da vida de Leno quando este apresenta ao público o relançamento do disco “Vida e Obra de Johnny McCartney”, álbum considerado pela crítica especializada internacional como um dos melhores do rock. Foi o terceiro disco de sua carreira solo e teria sido gravado em 1970, porém a gravadora CBS vetou o projeto por achar que ele não era comercial. “Tinha umas músicas censuradas, como ‘Sr. Imposto de Renda’ e ‘Sentado no Arco-íris’. Segundo Leno, este disco antecipou muita coisa que viria a acontecer apenas nos anos 80 em termos musicais, além de ter influenciado a carreira de Raul Seixas.

Das 13 músicas do disco, seis são em parceria com o baiano. Leno comenta que “talvez a partir daí Raul tenha criado a vontade de ser cantor, pois ele não era muito a fim. Foi um laboratório para ele”.

O verdadeiro Rock já se faz presente logo na primeira faixa, “Johnny McCartney”, que é uma sátira à busca da fama tão em voga hoje em dia: “Ainda hei de ser famoso um dia / Meu nome nos jornais você vai ler / Vou ganhar mais de um milhão / Comprar o meu carrão cantando na TV / Vai pagar pra me ver no cinema / Do que me fez, irá se arrepender / Daqui pra frente sou galã lhe ofuscando / Com meu terno de lamê / Johnny McCartney vou ser).

É uma letra bem atual! Por tudo isso, “Vida e Obra de Johnny MacCartney” é considerado um disco seminal para o rock brasileiro, pós-Jovem Guarda, e deve constar em qualquer discoteca básica do estilo, onde guitarras, bateria e baixo ganham mais expressão, pela primeira vez, no rock brasileiro.

Por | Lúcia M. Zanetti

1995 | VIDA E OBRA DE JOHNNY McCARTNEY (1971)

1. Johnny McCartney
2. Por Que Não?
3. Lady Baby
4. Sentado no Arco-íris
5. Pobre do Rei
6. Peguei uma Apollo
7. Sr. Imposto de Renda
8. Não Há Lei em Grilo City
9. Convite para Ângela
10. Deixo o Tempo Me Levar
11. Contatos Urbanos
12. Bis
13. Johnny McCartney

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Janet Klein and her Parlor Boys






Banda norte-americana, onde sua sonoridade transita pelo rag-time, blues e jazz.



obs: repost




1998 - Come Into My Parlor: Download

2000 - Paradise Wobble (& Her Parlor Boys): Download

2002 - Put A Flavor To Love (& Her Parlor Boys): Download

2004 - Janet Klein's Scandals or Living In Sin (& Her Parlor Boys): Download

2006 - Oh! (& Her Parlor Boys): Download

2008 - Ready For You (& Her Parlor Boys): Download

2010 - Whoopee! Hey! Hey! (& Her Parlor Boys): Download

2015 - It's the Girl (& Her Parlor Boys): Download




Gram Parsons


Gram Parsons foi um gauche na vida que partiu muito cedo — porém deixando uma indelével marca na história da música norte-americana moderna ao fundir o pop caipira do Bakersfield Sound (um oposto ao som conservador e sisudo de Nashville que nasceu com Buck Owens na Baixa California) com o rock'n roll, concebendo um híbrido que seria musicalmente um dos gêneros mais prolíficos a partir dos anos 70, o country-rock. é certo que, no começo dos anos 60, muitas bandas tentaram introduzir o hillibily e o bluegrass em sua sonoridade (como o Jim Kwensky e o Lovin' Spoonful, por exemplo) e os Byrds chegaram a elaborar um estilo diferenciado amalgamar o que se chamaria de folk-rock.

Contudo, foi somente a partir da colaboração quase que acidental de Parsons no quinteto de David Crosby e Roger McGinn que, junto com músicos como Clarence White e John Hartford, influenciados por gente como Merle Haggard que os Byrds iriam estragar a festa do country.

E, como não poderia deixar de ser, eles acabaram pagando um proço caro pela ousadia. Gram convenceu-os a gravar o hoje clássico Sweetheart Of The Rodeo em território inimigo — Nashville. Conseguiram uma apresentação no mítico Grand Ole Opry em 1968 que acabou sendo desastrosa: foram duramente vaiados e banidos da cena musical de lá.

O público não admitia que um bando de hippies cantasse a música deles e quebrasse o rígido e draconiano protocolo do conservadoríssimo e secular Opry. O tiro saiu pela culatra, pois nem os mais velhos aceitaram aquele novo som, e a maioria dos fãs dos Byrds não entenderam o disco. Foi um desastre, mas todos saíram ilesos. Menos Gram, que a despeito de ter influenciado a direção musical de Sweetheart Of The Rodeo, colaborando com a lírica Hickory Wind, foi expulso da banda durante uma turnê dos Byrds pela África do Sul, por se recusar a tocar para um público que ele considerava segregacionista.

Parsons não saiu chamuscado — não havia esquentado o banco no conjunto, já que era apenas um músico contratado por Chris Hillmann, que o indicou para McGinn. No ano seguinte, o próprio Chris, já um byrd demissionário, aproveitou a deixa para formar os Flying Burrito Brothers, que seria o primeiro grupo de country-rock por excelência.


A trajetória foi curta, porém assim como aconteceria com todo o trabalho de Gram, seria uma semente para o futuro. Revolucionário para aqueles tempos, Parsons só conseguiria uma relativa visibilidade para si e para seu engenho e arte depois de conhecer um outro maluco beleza, o guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards: depois de mudar o som dos Byrds, ele iria fazer o mesmo com o quinteto inglês. Isso aconteceria justamente no momento em que Keith estava desplugando o rock da banda em busca de algo mais próximo do country & western. Com efeito, o rumo que Jagger e companhia seguiriam nos álbuns dos stones entre 1969 e 1972 (do Let It Bleed ao Exile On Main Street) pagam tributo à Parsons. exemplos não faltam: Country Honk, Dead Flowers, Sweet Virginia, Let It Bleed, etc).

Gram aliás chegou a participar diretamente das sessões de gravação do exile em Nelicôte, em 71, mas sua personalidade instável e o abuso de drogas prejudicaram tanto a sua passagem pelos Burrito quanto pelos Stones. De volta do exílio na França, ele passaria algum tempo tocando com Ric Grech; de volta à América, ele conheceu Emmylou Harris, que estava se lançando como cantora. Era a parceria musical perfeita: a versão da dupla para Love Hurts (de Felice e Bordileaux Bryant, mesmos autores de All I Have To Do Is Dream) é certamente a mais bela irretocável de todos os tempos.

Com uma excelente banda de apoio (incluindo James Burton, guitarrista de estúdio de Elvis, cuja excelência pode ser comparada a de Luther Perkins), ele lançou uma carreira solo promissora, com contrato de gravadora (a Reprise). Promissora sim, se não fosse o endêmico problema de Parsons com as drogas, em especial a heroína. Contudo, o que o matou com apenas 26 anos foi uma mistura letal de álcool e morfina (como ocorrera com Hank Williams, um dos patriarcas do country, no começo dos anos 50). Lançado postumamente, em 1974, o inacabado Grievous Angel foi o seu segundo disco pela Reprise.

Na verdade, ele é um apanhado de sobras de gravações ao vivo (Hickory Wind e Cash On The Barrelhead) e esquetes do que seria o sucessor de GP, de 1972.

Mesmo díspar por natureza, Grievous resume bem a música que Gram Parsons sempre buscou naquilo que ele paradigmaticamente concebia como 'Cosmic American Music', um country meio biruta que mistura o rural e urbano, o temporal e o atemporal, em suma, um country futurista e universalista, acima de rotulações beligerantes (algo que então era comum no ambiente musical conflagrado do gênero) e reducionistas. Nem a morte de Gram salvaria as pretensões do disco, que passou desapercebido na época — nem configurou nos charts. Só o tempo cuidaria de restituir à Parsons e ao subestimado Grievous Angel o devido lugar no panteão do rock.

Texto retirado do blog | Vitrola

1973 | GP

01. Still Feeling Blue
02. We'll Sweep Out The Ashes In The Morning
03. A Song For You
04. Streets Of Baltimore
05. She
06. That's All It Took
07. The New Soft Shoe
08. Kiss The Children
09. Cry One More Time
10. How Much I've Lied
11. Big Mouth Blues

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1974 | GRIEVOUS ANGEL

01. Return of the Grievous Angel
02. Hearts on Fire
03. I Can't Dance
04. Brass Buttons
05. $1000 Wedding
06. Medley Live from Northern Quebec:
(a) Cash on the Barrelhead
(b) Hickory Wind
07. Love Hurts
08. Ooh Las Vegas
09. In My Hour of Darkness

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Julian Cope


Cantor inglês. Ex-integrante da banda The Teardrop Explodes. Seguem seus álbuns em carreira solo.






1984 - Music Of Wonder And Excellence: Download

1988 - My Nation Underground: Download

1989 - China Doll: Download

1989 - Skellington: Download

1990 - Droolian (with Droolian): Download

1991 - Beautiful Love: Download

1991 - Dancing Heads: Download

1991 - East Easy Rider E.P: Download

1991 - Peggy Suicide: Download

1991 - Safesurfer: Download

1992 - Fear Loves This Place E.P: Download

1992 - Jehovahkill: Download

1992 - Julian Cope & Donald Ross Skinner - Rite: Download

1992 - Julian Cope & The Teardrop Explodes - Floored Genius - The Best Of Julian Cope And The Teardrop Explodes 1979-91: Download

1993 - Floored Genius 2 - Best Of The BBC Sessions 1983-91: Download

1993 - The Skellington Chronicles: Download

1994 - Autogeddon: Download

1994 - Paranormal In The W. Country: Download

1994 - Queen Elizabeth (with Queen Elizabeth): Download

1995 - 20 Mothers: Download

1995 - Try Try Try: Download

1996 - Ambulence: Download

1996 - I Come From Another Planet, Baby: Download

1996 - Interpreter: Download

1996 - Planetary Sit-In (Every Girl Has Your Name): Download

1996 - Radio Sit-In (Planetary Sit-In Remix): Download

1997 - Julian Cope & Donald Ross Skinner - Rite 2: Download

1997 - QE2 Queen Elizabeth 2 - Elizabeth Vagina (with Queen Elizabeth): Download

1997 - The Followers Of Saint Julian: Download

1999 - Odin: Download

2000 - An Audience With The Cope: Download

2000 - Floored Genius 3 - Julian Cope's Oddicon Of Lost Rarities And Versions 1978-98: Download

2000 - W.S.Y.M. All Ugly Radio: Download

2001 - Ambient Metal (with L.A.M F.): Download

2001 - Discover Odin: Download

2001 - Love Peace & Fuck (with Brain Donor): Download

2002 - Crawling In Aberdeenshire: Download

2002 - Julian Cope & Donald Ross Skinner - Rite Now: Download

2003 - Rome Wasn't Burned In A Day: Download

2004 - Live Japan '91: Download

2005 - Concert Climax - Live In The Hearing Of The Motherfucker: Download

2005 - Julian Cope & Donald Ross Skinner - Rite Bastard: Download

2005 - V.A. - Due To Lack Of Interest, Tomorrow Has Been Cancelled: Download

2007 - Christ Versus Warhol: Download

2008 - Black Sheep: Download

2012 - Woden: Download

2015 - Trip Advizer. The Very Best of Julian Cope [1999-2014]: Download



quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Iggy Pop


“Nesse exato momento, eu queria estar morto.
Eu simplesmente não aguento mais”.

texto do bilhete deixado por Ian Curtis,
encontrado enforcado em sua casa,
com o disco “The Idiot” de Iggy Pop ainda rodando no toca-discos.

Depois de ter produzido o último álbum dos pré-punk, The Stooges, David Bowie já renomado e prestigiado adotava o vocalista da banda, Iggy Pop, como pupilo e produzia seu álbum solo de estréia. Neste disco, “The Idiot”, de 1977, o Camaleão limpava o som ruidoso e retumbante dos Stooges, conferindo toda uma sofisticação e classe, acrescentava alguns toques tecnológicos e eletrônicos, dosando os elementos, sem contudo violentar a característica agressiva e selvagem do cantor.

Provas disso são “China Girl”, que viria a ser gravada por Bowie anos depois em um álbum próprio, exemplo claro de punk moderado, com todos os elementos ali, ritmo, força, distorção, voz rasgada, porém amenizados por um tema romântico e por um teclado agudo tipicamente oriental; ou “Funtime” cuja agressividade sonora fica contida pelos ecos e efeitos dando lhe inclusive um certo ar futurista.

“Sister Midnight”, a faixa que abre o disco e uma das grandes músicas dele, é notável com sua estrutura totalmente quebrada e pela versatilidade dos vocais de Iggy dentro da mesma canção; “Dum Dum Boys” mesmo na voz de Iggy é aquele tipo de balada tipicamente bowieana; o charmosíssimo pop de cabaré “Nightclubbing”, que mais tarde veio a ter uma versão igualmente admirável de Grace Jones, tem Iggy numa interpretação notável simulando uma certa embriaguez na voz; e o disco fecha com a lenta, minimalista e arrastada “Mass Production”, e seu apito de navio anunciando o fim do disco.

Texto retirado do blog | Cly-Blog

1977 | THE IDIOT

01. Sister Midnight
02. Nightclubbing
03. Funtime
04. Baby
05. China Girl
06. Dum Dum Boys
07. Tiny Girls
08. Mass Production


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Yoko Ono



Cantora, artista plástica e cineasta japonesa. Seguem seus álbuns.






1970 - Yoko Ono - Plastic Ono Band: Download

1971 - Fly: Download

1973 - Approximately Infinite Universe: Download

1973 - Feeling The Space: Download

1982 - It's Alright (I See Rainbows): Download

1982 - Season of Glass: Download

1985 - Starpeace: Download

1992 - Onobox: Download

1992 - Walking On Thin Ice: Download

1995 - Rising: Download

1996 - Rising Mixes: Download

1997 - A Story: Download

2001 - Blueprints For A Sunrise: Download

2007 - Open Your Box: Download

2007 - Yes, I'm A Witch: Download

2009 - Between My Head And The Sky: Download

2012 - Yoko Ono, Kim Gordon & Thurston Moore - YokoKimThurston: Download

2013 - Take Me To The Land Of Hell: Download

2016 - Yes, I'm A Witch Too: Download

2017 - Feeling The Space: Download